Sociologia

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Bens são todas as coisas materiais colhidas na natureza ou produzidas para satisfazer necessidades humanas. Ex: Alimentos, produtos de limpeza ou eletrodomésticos.

Serviços são as atividades econômicas voltadas para a satisfação de necessidades e que não estão relacionadas diretamente à produção de bens. Ex: Pagar a passagem de ônibus ou uma consulta médica.

Produção, distribuição, consumo

Enquanto trabalham, os operários estão atuando na produção. Como compradores de bens e serviços, participam da distribuição. Quando consomem esses bens e serviços, estão participando da atividade econômica na condição de consumidores.

O processo de produção é formado por três componentes principais associados: trabalho, matéria prima e instrumentos de produção.

Trabalho é toda atividade humana que resulta em bens ou serviços. Ele resulta em dois tipos de atividade: manual e intelectual (variando na proporção que eles entram no processo de produção). Manual: esforço físico. Intelectual: esforço mental

Predominantemente manual: trabalho de um operário

Predominantemente intelectual: trabalho de um engenheiro

Trabalho qualificado: não pode ser realizado sem um certo grau de aprendizagem e conhecimento técnico. Ex: Técnico em informática.

Trabalho não qualificado: pode ser realizado praticamente sem aprendizagem. Ex: servente de pedreiro.

Matéria prima: Os componentes iniciais do produto que no processo de produção são transformados até adquirirem a forma de bem final. Ex: algodão, matéria prima do tecido, metal, matéria prima dos colchetes. Recursos naturais: Componentes que encontram-se na natureza que geram posteriormente a matéria prima. Ex: solo(para agricultura), rochas(para mineração).

Instrumentos de produção: todos os objetos que direta ou indiretamente nos permitem transformar matéria prima em bem e serviço. Ex: maquinas e iluminação.

Meios de produção: constituído por matéria prima e os instrumentos de produção.

Forças produtivas: é a soma dos meios de produção com o trabalho humano.

Relações de produção: Relação estabelecida entre os seres humanos para produzir bens e serviços.

Todo processo produtivo conta sempre com pelo menos dois agentes sociais básicos: trabalhadores e proprietários dos meios de produção.

Modo de produção: conjunto de forças produtivas e relações de produção. Ele condiciona o processo de vida social, política e espiritual.

Modo comunal de produção: alguns grupos começaram a cultivar a terra, produzindo cereais, verduras, legumes e frutas, e a criar alguns tipos de animais. Pouco a pouco, as pessoas deixaram de ser nômades e passaram a se fixar em certas regiões, tornando-se sedentárias. As pessoas trabalhavam em estreita cooperação. A terra era o principal meio de produção. Tanto ela quanto os frutos do trabalho eram propriedade coletiva. As relações de produção eram relações de cooperação. As formas de organização social eram as de comunidade baseada em laços de parentesco. Predominava a solidariedade e não a competição. Esse modo de produção pode ser observado ainda hoje, com algumas modificações, entre povos indígenas não-aculturados do Brasil e entre os aborígines da Austrália. Não existia Estado.

Escravagismo: Os meios de produção e os escravos eram propriedade do senhor. O escravo era considerado um instrumento, não tinha nenhum direito. Os senhores eram proprietários dos portadores da força de trabalho, dos meios de produção e do produto do trabalho. Sugiram formas de governo para garantir os interesses do grupo dominante. O trabalho era visto como castigo.

Modo asiático de produção: trata-se de sociedades fechadas, equipamentos com um Estado forte e uma burocracia eficiente, capaz de manter o poder total do Estado, ao qual toda a sociedade estava subordinada. Os meios de produção e a força de trabalho pertenciam ao Estado.

Feudalismo: as relações de produção no feudalismo baseavam-se, sobretudo na propriedade do senhor sobre a terra e no trabalho agrícola do servo. Estruturou-se basicamente sobre a divisão entre senhores e servos. Descentralização do poder. Os burgueses começaram a revoltar-se com os altos impostos, surgindo o comércio e incremento da produção manufatureira, dando origem a uma nova classe social, burguesia mercantil. Crescimento das cidades. As populações urbanas procuraram estabelecer seus próprios tribunais, suas próprias leis e seu próprio sistema de impostos. Surgindo um novo modo de produção. Voltada para a satisfação das necessidades imediatas das pessoas.

Escravos

Servos

Não tinham direitos

Tinham direitos

Não podia usufruir o que produzia

Podia usufruir o que produzia

Era propriedade do senhor

Não era propriedade do senhor

Capitalismo: O que caracteriza o modo de produção capitalista são as relações assalariadas de produção e propriedade privada dos meios de produção pela burguesia. A burguesia é proprietária dos meios de produção e de circulação das riquezas. O trabalhador não é obrigado a ficar sempre na mesma propriedade rural ou na mesma empresa urbana. Ele é livro para se empregar onde quiser, desde que o capitalista o aceite no emprego. A sociedade é movida pelo desejo de lucro. Época da transição feudalismo para capitalismo. Os princípios e dirigentes mais importantes do mercantilismo eram:

- A riqueza de uma nação depende, acima de tudo, da acumulação de metais preciosos.

- Portanto, deve-se exportar mais do que importar; isso que a balança comercial seja sempre favorável.

- O governo deve controlar rigidamente a industria e o comercio, de modo a garantir que as exportações superem as importações; o Estado portanto, deve intervir diretamente na vida econômica.

- Para equilibrar a oferta e a procura, o governo deve evitar a concorrência, fixando preços.

- Quanto mais moedas houver em circulação mais prospero será o país.

O Estado absolutista interferiu pesadamente na economia. O Estado também estimulou os monopólios e exportação colonial.

Pré-capitalismo: O comercio e a produção artesanal começaram a se expandir. Predomina o trabalho independente dos artesãos, donos dos meios de produção.

Capitalismo mercantil: O trabalho independente ainda predomina, mas se expande o regime assalariada; a maior parte do lucro concentra-se nas mãos dos comerciantes.

Capitalismo industrial: O capital passa a ser investido basicamente na industria.

Capitalismo financeiro: Os bancos e outras instituições financeiras passaram a controlar as demais atividades econômicas.

Sociedade pós-industrial: Com a globalização e o desenvolvimento das redes de computador, grandes massas de capital passam a ser aplicadas nos países que oferecem maior lucratividade.

Adam Smith acreditava que o trabalho e não o comercio como pregava o mercantilismo é a principal fonte geradora de riqueza.

Só seria possível o crescimento da riqueza e uma melhor distribuição de renda e o Estado não interferisse na economia, sem fixar preços, por exemplo.

O grande motor da sociedade capitalista é a concorrência.

Socialismo: Enquanto o capitalismo baseia-se na propriedade privada dos meios de produção, o fundamento da sociedade socialista é a propriedade social dos meios de produção. No socialismo não existem empresas privadas, já que os meios de produção são públicos ou coletivos. O objetivo da sociedade socialista seria a satisfação completa das necessidades materiais e culturais da sociedade: emprego, habitação, educação, saúde cultura, lazer, etc. Para isso, a economia deveria ser planificada, visando atender as necessidades básicas da população, e não ao lucro das empresas.

O Partido Bolchevique defendia uma revolução proletária e camponesa que fizesse a imediata transição para o socialismo.

A globalização é marcada pela universalização da produção, da circulação e da distribuição e consumo de bens e serviços.